Três níveis de uso, do chat ao processo automatizado, com o racional de como cada um é construído.
Profissional com quase 20 anos de experiência na área comercial, com atuação como vendedor (múltiplas vezes premiado nacionalmente) e gestor comercial em empresas de pequeno, médio e grande porte, especialmente em indústrias, distribuidoras e transportadoras.
Atuou em projetos de reestruturação comercial que levaram empresas já milionárias a dobrarem de tamanho em menos de dois anos, por meio da implementação de gestão profissional de carteiras de clientes, focada em recompra, previsibilidade de faturamento e melhor aproveitamento da base ativa.
Bacharel em Ciências, MBA em Gestão e Especialista em Ciências Comportamentais Aplicadas a Vendas. É também referência na aplicação de inteligência artificial em vendas e atendimento, apoiando empresas B2B na estruturação de indicadores de carteira, CRMs orientados à gestão de clientes (e não apenas ao pipeline) e no treinamento de equipes internas e de campo para uma atuação comercial recorrente e orientada por dados.
Quando a resposta sai genérica, revise primeiro a instrução e o contexto. São as duas peças que dependem de você.
Ficou barato o trabalho que antes exigia uma pessoa lendo, entendendo e digitando.
O mesmo modelo entrega uma resposta genérica ou uma resposta pronta para usar. A diferença está no pedido.
A quinta parte é a que mais evita erro. Sem ela, a IA preenche o que falta com a resposta mais provável.
Escreve um e-mail pedindo desconto no frete.
Papel: você é comprador de frete de uma distribuidora de alimentos em Fortaleza. Contexto: a Transportadora X atende a rota Fortaleza a Sobral há 2 anos, 12 entregas por mês, R$ 780 por entrega. Recebi proposta de R$ 690 de outra empresa. O OTIF da X nos últimos 3 meses foi de 94%. Tarefa: escreva um e-mail para o gerente comercial da X pedindo revisão do valor. Formato: até 150 palavras, tom cordial e firme, com uma proposta concreta de valor e prazo de resposta. Restrição: não revele o nome do concorrente. Não ameace trocar de fornecedor.
A resposta passa a depender da planilha, do relatório e da regra da sua empresa. E cada número passa a exigir conferência.
| Transportadora | Entregas | OTIF | Frete por entrega | Frete sobre a nota |
|---|---|---|---|---|
| Épsilon | 88 | 86,4% | R$ 871,10 | 3,12% |
| Alfa | 89 | 83,1% | R$ 749,84 | 2,55% |
| Beta | 84 | 81,0% | R$ 605,89 | 1,98% |
| Gama | 84 | 79,8% | R$ 659,70 | 2,32% |
| Delta | 75 | 73,3% | R$ 460,91 | 1,62% |
| Total | 420 | 81,0% | R$ 676,84 |
A transportadora mais barata por entrega tem o pior OTIF. A decisão de frete sai da análise dos dois números juntos.
Ninguém abre o chat. O documento chega, a leitura acontece, a regra decide, o sistema registra e uma pessoa confere o que ficou em dúvida.
A IA ocupa uma das cinco etapas. As outras quatro dependem de sistema, de regra e de pessoa.
Os quatro casos a seguir passaram por esses cinco passos.
Folha de papel preenchida na estrada. O setor pessoal digitava dia a dia e conferia entrada, saída, almoço e hora extra folha por folha, todo mês.
Candidatos chegando da mídia todo mês. Cada ficha lida por uma pessoa, e os documentos de quem avançava digitados um a um na planilha que a gestão de risco exige.
Planilha refeita a cada fechamento para descobrir quem parou de embarcar. Quando o relatório ficava pronto, a queda já tinha passado da janela de ação.
Quilometragem, viagem, disponibilidade e cadastro em planilhas separadas. Indicador montado à mão, sem forma simples de conferir contra a origem.
Ao fim de trinta dias, a empresa tem um número melhor do que tinha, ou sabe exatamente por que não tem.